
Na Roma antiga[2], os plebeus constituíam aproximadamente 70% da população, inicialmente sem direitos políticos e civis. Inicialmente divididos por Rómulo, eram distintos dos patrícios, que detinham poder social e político. Através do Conflito das Ordens durante a primeira República (séculos V-IV a.C.), os plebeus gradualmente ganharam direitos. Os marcos importantes incluíram o estabelecimento dos Tribunos da Plebe em 494 a.C., a Lei das Doze Tábuas[1] em 450 a.C., e reformas legais como a Lex Canuleia e a Lex Licinia Sextia. Apesar de servirem no exército e trabalharem como artesãos, agricultores e comerciantes, os plebeus enfrentavam desafios como escravidão[3] por dívidas e mobilidade social limitada. Muitos eram clientes de famílias patrícias ou descendentes de povos conquistados, com alguns acabando por se integrar na sociedade[4] romana através de persistentes lutas sociais e legais.
Plebe, plebeus, peões ou pés de poeira são as pessoas que não nasceram na nobreza. São a classe baixa da população, o povo.