Roma Antiga

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A história inicial de Roma abrange desde a sua fundação lendária por Rômulo e Remo em 753 a.C. através dos períodos monárquico e republicano. Inicialmente habitada por latinos e sabinos, Roma desenvolveu-se a partir de assentamentos em suas colinas e foi governada por sete reis, com significativa influência etrusca. A República emergiu por volta de 509 a.C., caracterizada por um sistema[3] político complexo de magistrados eleitos, cônsules e o Senado. Roma expandiu-se através de conquistas militares, derrotando rivais como Cartago nas Guerras Púnicas e subjugando territórios em toda a península Itálica. Tensões sociais e económicas internas, incluindo conflitos entrepatrícios e plebeus, e a ascensão de generais poderosos como Júlio César, eventualmente levaram ao colapso da República. Otaviano (Augusto) tornou-se o primeiro Imperador Romano[1], estabelecendo o sistema imperial e iniciando a Pax Romana, um período de relativa paz e prosperidade que transformou a governação e a sociedade[2] romana.

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1. Imperador romano ( Imperador Romano ) O Imperador Romano evoluiu de um título militar para um papel político complexo, inicialmente preservando estruturas republicanas enquanto consolidava poder. Começando com Augusto, os imperadores detinham múltiplos títulos como imperator, princeps e dominus, representando sua autoridade. A sucessão não era estritamente hereditária, envolvendo frequentemente aprovação militar e burocrática. O sistema imperial abrangeu desde Augusto até Constantino XI Paleólogo, que caiu com Constantinopla em 1453. Os imperadores desenvolveram um culto imperial, com alguns sendo deificados após a morte, embora imperadores vivos como deuses fossem frequentemente ridicularizados. O papel abrangia liderança militar, autoridade religiosa e governação política, transitando de tradições republicanas para um sistema cada vez mais autocrático. O Império Romano Oriental (Bizantino) continuou o legado imperial, com os sultões otomanos eventualmente reivindicando o título imperial romano após a conquista de Constantinopla.
2. sociedade. Uma sociedade é um grupo de indivíduos interagindo para alcançar objetivos comuns, partilhando um princípio fundamental de ligação. Caracterizadas por redes de relações interligadas, as sociedades podem ser institucionalizadas ou não institucionalizadas, variando desde bandos e tribos até estruturas estaduais complexas. As comunidades servem como grupos intermediários entre indivíduos e estruturas societárias mais amplas, abrangendo redes familiares, profissionais e sociais. Perspetivas antropológicas enfatizam a organização das sociedades com base na subsistência, tecnologia e comunicação, desafiando noções hierárquicas anteriores. Normas e instituições sociais desempenham papéis cruciais na manutenção da coesão grupal, com mecanismos como generosidade, reconhecimento de estatuto e rituais partilhados. A evolução das sociedades reflete dinâmicas mutáveis de cooperação, especialização e adaptação, demonstrando como os grupos humanos se organizam para sobreviver e prosperar em diferentes contextos culturais e ambientais.
Roma Antiga (Wikipedia)
 Nota: "romano" e "romana" redirecionam para este artigo. Para outros significados, veja Romanos ou Romana (desambiguação).

Roma Antiga foi uma civilização itálica que surgiu no século VIII a.C. Localizada ao longo do mar Mediterrâneo e centrada na cidade de Roma, na península Itálica, expandiu-se para se tornar um dos maiores impérios do mundo antigo, com uma estimativa de 50 a 90 milhões de habitantes (cerca de 20% da população global na época) e cobrindo 6,5 milhões de quilômetros quadrados no seu auge entre os séculos I e II.

Roma Antiga
753 a.C.476 d.C. 
Escudo
Escudo
Escudo

Mapa da extensão máxima do Império Romano sobreposto nas fronteiras atuais

O Anfiteatro Flaviano (ou Coliseu), em Roma, o maior anfiteatro já construído. A construção começou sob o governo do imperador Vespasiano em 72 d.C. e foi concluída em 80, sob o regime do seu sucessor e herdeiro, Tito
Continente Eurafrásia
Capitais Roma (753 a.C.-330)
várias (330–476)

Língua oficial latim
Religiões politeísmo greco-romano
cristianismo (após 392)
Moeda moeda romana

Forma de governo monarquia (753–509 a.C.)
república (509–27 a.C.)
império (27 a.C.–476 d.C.)

Período histórico Antiguidade
• 753 a.C.  Fundação
• 509 a.C.  Queda de Tarquínio, o Soberbo
• 27 a.C.  Otaviano proclamado Augusto
• 476 d.C.  Queda do Império Romano do Ocidente

Em seus cerca de doze séculos de existência, a civilização romana passou de uma monarquia para a república clássica e, em seguida, para um império cada vez mais autocrático. Através da conquista e da assimilação, ele passou a dominar a Europa Ocidental e Meridional, a Ásia Menor, o Norte da África e partes da Europa Setentrional e Oriental. Roma foi preponderante em toda a região do Mediterrâneo e foi uma das mais poderosas entidades políticas do mundo antigo. É muitas vezes agrupada na Antiguidade Clássica, juntamente com a Grécia Antiga e culturas e sociedades semelhantes, que são conhecidas como o mundo greco-romano.

A sociedade romana antiga contribuiu para o governo, o direito, a política, a engenharia, as artes, a literatura, a arquitetura, a tecnologia, a guerra, as religiões, as línguas e as sociedades modernas. Como uma civilização altamente desenvolvida, Roma profissionalizou e expandiu suas forças armadas e criou um sistema de governo chamado res publica, a inspiração para repúblicas modernas, como os Estados Unidos e a França. Conseguiu feitos tecnológicos e arquitetônicos impressionantes, tais como a construção de um amplo sistema de aquedutos e estradas, bem como a construção de grandes monumentos, palácios e instalações públicas. Até o final da República (27 a.C.), Roma tinha conquistado as terras em torno do Mediterrâneo e além: seu domínio se estendia do oceano Atlântico à Arábia e da boca do Reno ao norte da África. O Império Romano surgiu com o início da ditadura de Augusto que encerrou o período da República. Os 721 anos de Guerras Romano-Persas começaram em 92 a.C. com a sua primeira guerra contra o Império Parta. Este se tornaria o mais longo conflito da história humana e teve grandes efeitos e consequências duradouros para ambos os impérios. Sob Trajano, o Império atingiu o seu pico territorial. Os costumes e as tradições republicanas começaram a diminuir durante o período imperial, com guerras civis tornando-se um prelúdio comum para o surgimento de um novo imperador.

Estados dissidentes, como o Império de Palmira, iriam dividir temporariamente o império durante a crise do terceiro século. Atormentado pela instabilidade interna e atacado pelas invasões bárbaras, a parte ocidental do império fragmentou-se no século V, o que é visto como um marco pelos historiadores, que usam para dividir a Antiguidade Tardia da Idade das Trevas na Europa. A parte oriental do império permaneceu como uma potência durante toda a Idade Média, até a sua queda em 1453. Embora os cidadãos do império não fizessem tal distinção, o Império Oriental é mais comumente referido como "Império Bizantino" para diferenciá-lo do Estado da Antiguidade no qual ele nasceu.

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