Pedofilia

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A pedofilia é uma perturbação psiquiátrica caracterizada pela atração sexual por crianças pré-púberes, tipicamente com menos de 11 anos. Diagnosticada quando um indivíduo com mais de 16 anos experimenta impulsos sexuais persistentes em direção a crianças, é classificada como uma parafilia, não uma orientação sexual. A condição envolve fatores neurológicos e psicológicos complexos, com investigação em curso explorando as suas origens. Estima-se que afete 30-50% dos abusadores sexuais de crianças, a pedofilia é altamente estigmatizada, com atitudes públicas frequentemente extremas. Embora não exista uma cura definitiva, as intervenções terapêuticas visam reduzir os riscos de ofensa[1]. A perturbação envolve diferenças na atividade cerebral, potencialmente ligadas a anomalias neurológicas. Importantemente, a atração não significa necessariamente agir sobre os impulsos, e a maioria dos abusos sexuais infantis é cometida por não-pedófilos. Compreender e abordar a pedofilia continua a ser uma área desafiadora de investigação psiquiátrica e social.

Terms definitions
1. ofensa. Uma ofensa é uma ação considerada errada ou inaceitável, abrangendo desde violações legais até transgressões de normas sociais. Pode ser intencional ou não intencional, causando dano, insulto ou indignação. As ofensas são categorizadas em criminais, morais, sociais e pessoais, cada uma com consequências distintas. Ofensas criminais podem resultar em penalidades legais, enquanto ofensas sociais podem levar a danos de reputação ou exclusão. A prevenção envolve educação, comunicação clara e estabelecimento de padrões de conduta. Ações defensivas, retaliação e perdão são respostas comuns a ofensas. O impacto de uma ofensa depende da sua gravidade e contexto, podendo afetar relações, confiança e bem-estar emocional. Compreender e mitigar comportamentos ofensivos requer consciência das expectativas sociais, limites pessoais e dinâmicas interpessoais.
Pedofilia (Wikipedia)
 Nota: Se procura sobre exploração sexual comercial de crianças, veja prostituição forçada. Se procura sobre atos de perversão contra menores, veja abuso sexual de menor. Se procura sobre mídias pornográficas com menores, veja pornografia infantil.

Pedofilia é um transtorno psiquiátrico em que um adulto ou adolescente mais velho sente uma atração sexual primária ou exclusiva por crianças pré-púberes, geralmente abaixo dos 11 anos de idade. Tal como um diagnóstico médico, critérios específicos para o transtorno classificam a pré-puberdade até os 13 anos. Uma pessoa que é diagnosticada com pedofilia deve ter ao menos 16 anos de idade, mas adolescentes devem ser pelo menos cinco anos mais velhos que a criança pré-púbere para que a atração possa ser diagnosticada como pedofilia. A pedofilia é uma cronofilia, mas não é considerada pela Associação Americana de Psiquiatria como uma orientação sexual.

Pedofilia
Especialidade psiquiatria, psicologia
Classificação e recursos externos
CID-10 F65.4
CID-9 302.2
CID-11 517058174
MeSH D010378
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É denominada como "transtorno pedófilo" no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), que define a pedofilia como uma parafilia em que adultos ou adolescentes com 16 anos de idade ou mais velhos têm impulsos sexuais intensos e recorrentes em relação a crianças. A Classificação Internacional de Doenças (CID-10) define como uma preferência sexual por crianças pré-púberes ou no início da puberdade.

No uso popular, a palavra pedofilia é muitas vezes aplicada a qualquer interesse sexual por crianças ou ao ato de abuso sexual infantil. Este uso acaba por fundir a atração sexual (pedofilia) com o ato de abuso (abuso sexual infantil) e não faz distinção entre atração por pré-púberes e púberes ou menores pós-púberes. Os pesquisadores recomendam que estes usos imprecisos do termo sejam evitados porque, embora as pessoas que cometem abuso sexual de crianças, por vezes, apresentem o distúrbio, o criminoso que comete um abuso sexual infantil não pode ser chamado de pedófilo a menos que tenha um interesse sexual exclusivo por crianças pré-púberes. Ademais, nem todos os pedófilos molestam crianças. É estimado que 30 a 50% das pessoas que cometem abuso sexual infantil sejam pedófilas.

A pedofilia foi reconhecida e classificada formalmente pela primeira vez no final do século XIX. Uma quantidade significativa de pesquisas na área tem ocorrido desde a década de 1980. Embora na maior parte documentado em homens, há também mulheres que apresentam o distúrbio e pesquisadores supõem que as estimativas disponíveis sub-representem o verdadeiro número de pedófilos do sexo feminino. Não existe uma cura para a pedofilia, mas há terapias que podem reduzir a incidência com que um paciente possa cometer um abuso sexual infantil. Nos Estados Unidos, criminosos sexuais que são diagnosticados com algum transtorno mental, particularmente a pedofilia, podem ser alvo de tratamento involuntário permanente. As causas exatas da pedofilia ainda não foram conclusivamente estabelecidas. Alguns estudos sobre o transtorno em agressores sexuais de crianças têm correlacionado com várias anormalidades neurológicas e patologias psicológicas.

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