Imperador romano

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O Imperador Romano evoluiu de um título militar para um papel político complexo, inicialmente preservando estruturas republicanas enquanto consolidava poder. Começando com Augusto, os imperadores detinham múltiplos títulos como imperator, princeps e dominus, representando sua autoridade. A sucessão não era estritamente hereditária, envolvendo frequentemente aprovação militar e burocrática. O sistema[3] imperial abrangeu desde Augusto até Constantino XI Paleólogo, que caiu com Constantinopla em 1453. Os imperadores desenvolveram um culto imperial, com alguns sendo deificados após a morte[4], embora imperadores vivos como deuses fossem frequentemente ridicularizados. O papel abrangia liderança militar, autoridade religiosa e governação política[2], transitando de tradições republicanas para um sistema cada vez mais autocrático. O Império Romano Oriental[1] (Bizantino) continuou o legado imperial, com os sultões otomanos eventualmente reivindicando o título imperial romano após a conquista de Constantinopla.

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1. Império Romano Oriental ( Império Romano Oriental ) O Império Bizantino emergiu como a continuação do Império Romano Oriental, sobrevivendo à queda da metade ocidental e durando de 285 a 1453. Centrado em Constantinopla, evoluiu de um estado romano latino para uma civilização cristã de orientação grega. Sob imperadores como Justiniano e Heráclio, o império expandiu-se e transformou-se, enfrentando desafios significativos das invasões muçulmanas e perdas territoriais. Apesar de períodos de declínio, incluindo fragmentação após a Quarta Cruzada, a dinastia Paleólogo brevemente restaurou o poder imperial. Conhecido como "Romanos" (Romaioi) por seus habitantes, o império manteve uma população diversa e ricas tradições culturais. Sua população flutuou entre 5-12 milhões ao longo de séculos. O império finalmente caiu para os turcos otomanos em 1453, marcando o fim de uma civilização milenar que preservou o patrimônio greco-romano e o cristianismo ortodoxo.
2. política. A política é um campo multifacetado que explora a governança, dinâmicas de poder e organização social. Originando-se do termo grego antigo "politeia", examina as estruturas e processos de gestão estatal. O poder político é caracterizado pela sua capacidade de influenciar resultados sociais através de mecanismos de legitimidade, centralização e coerção. Diversos sistemas políticos, desde democracias até monarquias, operam através de instituições complexas como legislaturas, executivos e judiciários. Diferentes perspetivas ideológicas – incluindo liberalismo, conservadorismo e socialismo – moldam a compreensão das funções do estado, direitos individuais e relações sociais. A política internacional expande ainda mais este domínio, analisando interações globais, relações diplomáticas e governança transnacional. Teorias de mudança política, distribuição de poder e estruturas institucionais fornecem insights críticos sobre como as sociedades se organizam, governam e transformam através de processos políticos e debates filosóficos.
Imperador romano (Wikipedia)

O Imperador Romano (em latim: Imperator Romanorum, Imperator Romanus o Imperator Caesar Augustus, Princeps et Dominus) era o governante monárquico e chefe de Estado do Império Romano, começando com a concessão do título de augustus a Otaviano em 27 a.C. O termo "imperador" é uma convenção moderna e não existia como tal durante o Império. Muitas vezes, quando um romano é descrito como se tornando imperador, isso reflete sua adoção do título de augustus e, posteriormente, de basileus. Outro título usado era imperator, originalmente uma honraria militar, e caesar, originalmente um sobrenome. Os primeiros imperadores também usavam o título de princeps ("primeiro") juntamente com outros títulos republicanos, notavelmente cônsul e pontifex maximus.

Imperador Romano
Imperador
Imperador romano
Augusto de Prima Porta, estátua de Augusto, considerado primeiro imperador
Período histórico Império Romano27 a.C.395 d.C.
Brasão

A legitimidade do governo de um imperador dependia de seu controle sobre o exército romano e do reconhecimento pelo Senado; um imperador normalmente seria proclamado por suas tropas, ou pelos senadores em Roma, ou por ambos. Os primeiros imperadores reinavam sozinhos; mais tarde, às vezes, governavam com co-imperadores para assegurar a sucessão ou dividir a administração do império entre eles. O cargo de imperador era considerado distinto do de rex ("rei"). Augusto, o primeiro imperador, recusou resolutamente o reconhecimento como monarca. Nos primeiros trezentos anos de imperadores romanos, esforços foram feitos para retratar os imperadores como líderes da República, temendo qualquer associação com os reis que governaram Roma antes da República.

A partir de Diocleciano, cujas reformas tetrárquicas dividiram a posição em um imperador no Ocidente e um no Oriente, os imperadores governaram de maneira abertamente monárquica. Embora a sucessão fosse geralmente hereditária, era apenas hereditária se houvesse um candidato adequado aceitável para o exército e a burocracia, então o princípio de herança automática não foi adotado, o que muitas vezes levou a vários pretendentes ao trono. Apesar disso, elementos da estrutura institucional republicana (senado, cônsules e magistrados) foram preservados mesmo após o fim do Império Ocidental.

Constantino, o Grande, o primeiro imperador cristão, moveu a capital de Roma para Constantinopla, anteriormente conhecida como Bizâncio, em 330 d.C. Os imperadores romanos sempre ocuparam altos cargos religiosos; sob Constantino, surgiu a ideia especificamente cristã de que o imperador era o governante escolhido por Deus na terra, um protetor especial e líder da Igreja Cristã, uma posição posteriormente denominada Cesaropapismo. Na prática, a autoridade de um imperador em questões da Igreja era frequentemente desafiada. O Império Romano Ocidental colapsou no final do século V após múltiplas invasões por tribos bárbaras germânicas, sem nenhum pretendente reconhecido ao título de Imperador do Ocidente após a morte de Júlio Nepos em 480. Em vez disso, o imperador oriental Zenão proclamou-se o único imperador de um Império Romano teoricamente indivisível (embora na prática ele não tivesse autoridade no Ocidente). Os subsequentes imperadores orientais governando de Constantinopla se autodenominavam "Basileus dos Romanos" (βασιλεύς Ῥωμαίων, Basileus Romaíon, em grego), mas são frequentemente referidos na erudição moderna como imperadores bizantinos.

O papado e os reinos germânicos do Ocidente reconheciam os imperadores orientais até a ascensão da imperatriz Irene em 797. Depois disso, o papado criou uma linhagem rival de imperadores romanos na Europa Ocidental, os Imperadores do Sacro Império Romano, que governaram por grande parte do período entre 800 e 1806 com diferentes graus de autoridade e controlando territórios que mudavam com igual frequência. Esses imperadores nunca foram reconhecidos em Constantinopla e suas coroações resultaram no problema medieval de dois imperadores. O último imperador oriental foi Constantino XI Paleólogo, que morreu durante a Queda de Constantinopla para o Império Otomano em 1453. Após a conquista da cidade, os sultões otomanos adotaram o título de "César dos Romanos" (kayser-i Rûm). Um grupo bizantino de imperadores pretendentes existiu no Império de Trebizonda até sua conquista pelos otomanos em 1461, embora usassem um título modificado desde 1282.

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