
A fraude é um engano ilegal destinado a obter ganho pessoal ou financeiro por meios criminosos. Abrange várias formas de atividades ilegais, incluindo falsificação, contrafação e falsificação em múltiplos domínios como investigação científica, finanças e arqueologia[1]. Os perpetradores empregam técnicas sofisticadas para enganar vítimas, com notáveis exemplos históricos, incluindo falsificação de notas bancárias e fabricação de artefactos arqueológicos. Os sistemas legais criminalizam ações fraudulentas, impondo penalidades como multas e prisão, com os procuradores obrigados a demonstrar intenção. As consequências societais da fraude são profundas, minando a confiança pública, causando perdas financeiras significativas e potencialmente desestabilizando estruturas económicas e sociais. Os métodos de deteção evoluíram, utilizando análises microeconométricas e investigação especializada para identificar e prevenir atividades fraudulentas em diferentes setores.
Esta página ou seção foi marcada para revisão devido a incoerências ou dados de confiabilidade duvidosa.Março de 2008) ( |
Num sentido amplo, uma fraude é um esquema ilícito ou de má fé criado para obter ganhos pessoais, apesar de ter, juridicamente, outros significados legais mais específicos (os detalhes exatos divergem entre as jurisprudências). Muitos embustes são fraudulentos, apesar dos que não são criados para obter ganhos pessoais não são adequadamente descritos desta maneira. Nem todas as fraudes são hoax, como a fraude eleitoral, por exemplo. A fraude é difundida em muitas áreas da vida, incluindo a fraude artística, fraude arqueológica e a fraude científica. Num sentido amplo, mas legal, uma fraude é qualquer crime ou ato ilegal para lucro daquele que se utiliza de algum logro ou ilusão praticada na vítima como seu método principal.