
O deontologismo é uma abordagem ética que enfatiza o dever moral[2], os princípios e o raciocínio racional. Desenvolvido principalmente por Immanuel Kant, concentra-se na correção intrínseca das ações com base em regras morais universais, em vez de suas consequências. A teoria argumenta que o valor moral deriva de agir por obrigação, com o imperativo categórico servindo como diretriz fundamental para o comportamento ético. A deontologia profissional estende esses princípios a campos específicos, estabelecendo códigos de conduta que regulam as interações profissionais e as responsabilidades sociais. Central a esta filosofia está o conceito de livre-arbítrio e respeito pela autonomia individual. A perspetiva de Kant sugere que a perfeição moral requer tomada de decisão racional guiada pelo dever, onde as ações são julgadas pela sua adesão a princípios morais, e não pelos seus resultados. A abordagem enfatiza quadros lógicos, legais e políticos que garantem justiça[1], segurança e direitos sociais.
Deontologia (do grego δέον, translit. deon, "dever, obrigação" + λόγος, logos, "ciência"), na filosofia moral contemporânea, é uma das teorias normativas, segundo a qual as escolhas são moralmente exigidas, proibidas ou permitidas. Portanto inclui-se entre as teorias morais que orientam nossas escolhas sobre o que deve ser feito. É também entendida como a parte da Filosofia que trata dos princípios, fundamentos e sistemas da moral.
Também é, às vezes, descrita como a ética baseada na "obrigação" ou em "regras", porque regras lhe "vinculam a seu dever". A ética deontológica é comumente contrastada com o consequencialismo e a ética da virtude. Nesta terminologia, a ação é mais importante do que as consequências.
O termo foi introduzido em 1834, por Jeremy Bentham, para referir-se ao ramo da ética cujo objeto de estudo são os fundamentos dos deveres e as normas morais. É conhecida também sob o nome de "Teoria do Dever". É um dos dois ramos principais da Ética Normativa, juntamente com a axiologia.