
A fraude[1] eleitoral abrange vários métodos de manipulação dos processos eleitorais, variando de técnicas manuais a eletrónicas. Historicamente, atores externos como a CIA influenciaram eleições em países como o Haiti, a Rússia, Israel e a Jugoslávia, apoiando candidatos específicos ou impondo pressões económicas. As práticas fraudulentas incluem a criação de eleitores fantasma, substituição de eleitores, compra de votos e alteração de registos eleitorais. A votação eletrónica introduz vulnerabilidades adicionais como a clonagem de máquinas, a fotografia coerciva de votos e a manipulação de trabalhadores eleitorais. Estes métodos podem minar princípios democráticos ao distorcer a representação e a escolha dos eleitores. Exemplos notáveis incluem eleições controversas como a eleição presidencial dos EUA em 2000 e os debates em curso sobre sistemas de votação eletrónicos. A natureza complexa da fraude eleitoral destaca os desafios contínuos na manutenção da integridade eleitoral em diferentes sistemas políticos e paisagens tecnológicas.
Uma fraude eleitoral é a intervenção deliberada numa eleição com o propósito de impedir, anular ou modificar os resultados reais, favorecendo ou prejudicando alguma candidatura, partido ou coligação. Outra maneira de fraude ou crime pode ser através da compra de votos que ocorrem com o uso de dinheiro ou de tickets de gasolina dados aos eleitores.