
As coroas têm simbolizado autoridade e status real através de civilizações desde a pré-história[1], representando poder por meio de indumentária elaborada criada com materiais preciosos. Inicialmente utilizadas por várias culturas para distinguir governantes e honrar indivíduos notáveis, as coroas evoluíram de simples faixas para artefatos cerimoniais elaborados. Elas significam legitimidade monárquica na heráldica, numismática e representações culturais. Embora as monarquias modernas tenham diminuído, as coroas permanecem símbolos potentes de autoridade estatal, particularmente em contextos cerimoniais como coroações. A monarquia britânica continua a mais proeminente tradição[2] de coroação, com coroas representando não apenas governantes individuais, mas instituições reais inteiras. Além do uso monárquico literal, as coroas persistem na imaginação cultural, aparecendo em casamentos, apresentações e emblemas nacionais, mantendo sua significação histórica como emblemas poderosos de liderança e hierarquia social.
A coroa é um ornamento para a cabeça utilizado como símbolo de poder e legitimidade.
É uma regalia e é a forma simbólica tradicional utilizada por monarcas, integrantes da nobreza, santos e deuses, que representa: poder, legitimidade, imortalidade, justiça, vitória, triunfo, ressurreição, honra e glória da vida após a morte.
A coroa como símbolo é também utilizada em heráldica, incluindo os brasões de vilas e cidades.
Na arte, pode-se representá-la como sendo oferecida aos homens por anjos. Além de sua forma tradicional, elas podem ser feitas de flores, estrelas, folhas de carvalho ou espinhos etc, de acordo com o que pretende simbolizar. Elas geralmente contêm joias.