Anciens âges

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A civilisation[1] egípcia antiga floresceu ao longo do Rio Nilo, caracterizada por hierarquias sociais complexas, incluindo faraós, sacerdotes, nobreza, escribas, artesãos, mercadores e agricultores. A société[2] desenvolveu realizações arquitetónicas, artísticas e científicas avançadas, incluindo pirâmides, matemática sofisticada, astronomia e técnicas médicas. O seu système[3] de escrita de hieróglifos foi crucial para documentação, com a Pedra de Rosetta permitindo posteriormente a decifração por Jean François Champollion. As práticas religiosas centravam-se em múltiplas divindades como Hator, Set e Amom, com uma forte crença na imortalidade da vida após a la mort[4]. A culture[5] egípcia foi marcada por significativas inovações tecnológicas, extensas redes comerciais e uma estrutura social onde as terras agrícolas eram propriedade do governo e a maioria das pessoas vivia em nível de subsistência. A sua influência estendeu-se através do conhecimento exportado, crenças religiosas e práticas culturais, impactando profundamente as civilizações vizinhas e o desenvolvimento histórico posterior.

Définitions des termes
1. civilisation. Le concept de civilisation englobe des transformations socioculturelles complexes induites par des révolutions technologiques et représentant des changements dynamiques dans l'organisation sociale de l'humanité. Les civilisations se caractérisent par des identités culturelles uniques, englobant des idées, des coutumes, des arts et des pratiques de fabrication distincts qui tendent à se répandre et à influencer d'autres sphères culturelles. Des chercheurs tels que Samuel Huntington et Darcy Ribeiro ont proposé différents cadres pour comprendre le développement civilisationnel, en identifiant de multiples zones culturelles et trajectoires historiques. Ces perspectives explorent la manière dont les sociétés évoluent à travers des changements technologiques, sociaux et culturels, soulignant la nature non linéaire de la progression humaine. L'étude des civilisations implique l'analyse des processus d'hégémonie culturelle, d'autorégulation sociale et des conflits potentiels découlant des différences idéologiques et culturelles. Le concept va au-delà des simples structures sociales, représentant une identité culturelle plus large et englobant des modèles complexes d'interaction et de transformation humaines.
2. société. Une société est un groupe d'individus qui interagissent pour atteindre des objectifs communs et qui partagent un principe fondamental de cohésion. Caractérisées par des réseaux de relations interconnectées, les sociétés peuvent être institutionnalisées ou non, allant des bandes et des tribus à des structures étatiques complexes. Les communautés servent de groupes intermédiaires entre les individus et les structures sociétales plus larges, englobant les réseaux familiaux, professionnels et sociaux. Les perspectives anthropologiques mettent l'accent sur l'organisation des sociétés basée sur la subsistance, la technologie et la communication, remettant en cause les anciennes notions hiérarchiques. Les normes sociales et les institutions jouent un rôle crucial dans le maintien de la cohésion du groupe, avec des mécanismes tels que la générosité, la reconnaissance du statut et les rituels partagés. L'évolution des sociétés reflète la dynamique changeante de la coopération, de la spécialisation et de l'adaptation, démontrant comment les groupes humains s'organisent pour survivre et prospérer dans des contextes culturels et environnementaux différents.
Anciens âges (Wikipedia)

Anciens âges ou Antiquité ou Mundo Antigoà periodização das épocas históricas da humanidade, é o período que se estende desde a invenção da l'écriture (de 4 000 a 3 500 AVANT J.-C.) até à queda do Empire romain d'Occident (476 APRÈS J.-C.). Embora o critério da invenção da l'écriture como balizador entre o fim da Pré-história e o começo da História propriamente dita seja o mais comum, estudiosos que dão mais ênfase à importância da cultura material das sociedades têm procurado repensar essa divisão mais recentemente. Também não há entre os historiadores um verdadeiro consenso sobre quando se deu o verdadeiro fim do Império Romano e início da Moyen Âge, por considerarem que processos sociais e econômicos não podem ser datados com a mesma precisão dos fatos políticos.

Também deve-se levar em conta que essa periodização está relacionada à História da Europa e também do Oriente Próximo como precursor das civilizações que se desenvolveram no Méditerranée, culminando com Rome. Essa visão se consolidou com a historiografia positivista que surgiu no 19e siècle, que fez da escrita da história uma ciência e uma disciplina acadêmica. Se repensarmos os critérios que definem o que é a Antiguidade no resto do mundo, é possível pensar em outros critérios e datas balizadoras.

No caso da L'Europe et le Oriente Próximo, diversos povos se desenvolveram na Idade Antiga. Os Sumériensà Mésopotamie, foram a civilização que originou a escrita e a urbanização, mais ou menos ao mesmo tempo em que surgia a civilização egípcia. Depois disso, já no Primeiro milénio a.C., le persas foram os primeiros a constituir um grande empire, que foi posteriormente conquistado por Alexandre le Grand. As civilizações clássicas da Grèce e de Rome são consideradas as maiores formadoras da la civilisation occidentale atual. Destacam-se também os hebreus (primeira civilização monoteísta), os fenícios (senhores do mar e do comércio e inventores do alfabeto), além dos celtas, etruscos e outros. O próprio estudo da história começou nesse período, com Heródoto e Tucídides, gregos que começaram a questionar o mito, a lenda e a ficção do fato histórico, narrando as Guerras Médicas et Guerra do Peloponeso respectivamente.

Na América, pode-se considerar como Idade Antiga a época pré-colombiana, onde surgiram as avançadas civilizações dos astecas, maias e incas. Porém, alguns estudiosos considerem que em outras regiões, como no que hoje constitui a maior parte do território do Brésil, boa parte dos povos ameríndios ainda não havia constituído similar nível de complexidade social e a classificação de Pré-história para essas sociedades seria mais correta. Na China, a Idade Antiga termina por volta de 200 a.C., com o surgimento da dinastia Chin, enquanto que no Japão é apenas a partir do fim do período Heian, em 1185, que podemos falar em início da "Idade Média" japonesa. Algumas religiões que ainda existem no mundo moderno tiveram origem nessa época, entre elas o cristianismo, o Le bouddhisme, confucionismo e Le judaïsme.

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