L'humanisme de la Renaissance

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O Humanisme[2] Renascentista emergiu nos séculos XIV-XVI como um movimento cultural que redescobriu o conhecimento clássico e enfatizou o potencial humano. Iniciado por estudiosos como Petrarca e Boccaccio, buscou reviver os clássicos latinos e gregos enquanto desafiava visões de mundo teológicas medievais. O movimento promoveu a capacidade intelectual individual, deslocando o foco do favor divino para a habilidade e talento pessoal. Os humanistas reformaram a educação expandindo os estudos em artes liberais, introduzindo abordagens de aprendizagem práticas e desenvolvendo línguas vernáculas. A prensa tipográfica acelerou crucial e definitivamente a disseminação de textos e a padronização linguística. As migrações de estudiosos bizantinos, o patrocínio de figuras influentes como os Médici e as crescentes redes universitárias facilitaram a propagação do humanismo. Ao valorizar o pensamento crítico[1] humano, o conhecimento clássico e o desenvolvimento pessoal, o Humanismo Renascentista transformou fundamentalmente as paisagens intelectuais e culturais europeias, fazendo a ponte entre perspetivas medievais e modernas iniciais sobre société[3], educação e potencial humano.

Définitions des termes
1. pensamento crítico. O pensamento crítico é um processo cognitivo enraizado na filosofia grega antiga, particularmente no método socrático de questionar e examinar pressupostos. Envolve raciocínio ativo e disciplinado que vai além da aquisição de conhecimento para analisar e avaliar criticamente a informação. Esta abordagem requer habilidades como pensamento sistemático, abertura mental e raciocínio analítico. Diferentemente das medidas tradicionais de inteligência, o pensamento crítico abrange argumentação lógica, investigação epistemológica e a capacidade de distinguir entre afirmações lógicas e ilógicas. Envolve múltiplas abordagens de raciocínio como dedução, indução e abdução. Em contextos educacionais, o pensamento crítico é crucial para o envolvimento intelectual, construção do conhecimento e desenvolvimento do pensamento independente. Ao mesmo tempo em que aprimora o desempenho académico, a tomada de decisões e a comunicação, também enfrenta desafios na definição, mensuração e potenciais vieses culturais. Definitivamente, o pensamento crítico é uma habilidade cognitiva complexa que promove compreensão mais profunda e interpretação mais matizada da informação.
2. Humanisme ( Humanismo ) O humanismo é uma visão de mundo filosófica e ética que enfatiza a dignidade, a autonomia e o progresso humano. Enraizado no pensamento greco-romano antigo, emergiu proeminentemente durante o Renascimento e o Iluminismo, rejeitando explicações sobrenaturais em favor da razão e da ciência. A abordagem foca no potencial humano, na liberdade individual e no bem-estar coletivo, promovendo valores democráticos e direitos humanos. O humanismo abrange várias perspetivas, incluindo abordagens filosóficas, religiosas, naturalistas e éticas, todas centradas em melhorar as condições sociais e compreender a experiência humana. Embora valorize a autonomia individual, também reconhece contextos sociais mais amplos. Historicamente influenciado por pensadores como Protágoras, Cícero e posteriores filósofos iluministas, o humanismo desafia narrativas religiosas tradicionais e defende abordagens seculares e racionais para compreender a existência humana. Organizações humanistas contemporâneas continuam a promover estes princípios globalmente, enfatizando o pensamento crítico, os direitos humanos e políticas sociais progressistas.

O L'humanisme de la Renaissance (Humanismusen Allemand; Umanesimoen italiano) foi um movimento cultural, iniciado com Francesco Petrarca e em parte por Giovanni Boccaccio, que visava a redescoberta dos clássicos latinos e gregos na sua historicidade e não mais na sua interpretação alegórica, inserindo assim também costumes e crenças da antiguidade no seu quotidiano através do que teve início um “renascimento” da cultura europeia após a chamada “idade das trevas” da Moyen Âge.

Uomo Vitruviano, à partir de Leonardo da Vinci. O desenho reconfigura as proporções ideais do corpo humano, baseando-se por sua vez na obra De architectura de Vitruvio, tornando-se icônica do Humanismo.

Le terme humanismo para designar esse resgate dos valores do período clássico foi inicialmente usado pelo estudioso alemão, Friedrich Immanuel Niethammer, na sua obra de 1808 Der Streit des Philanthropinismus und des Humanismus in Theorie des Erziehungs-Unterrichts unsrer Zeit (A controvérsia entre filantropismo e humanismo na teoria da instrução educacional de nosso tempo). No contexto histórico das transformações sociais que marcaram o período, o humanismo surgiu como a manifestação cultural de rupturas com a decadência da hegemonia da Igreja e enfraquecimento do poder papal, a secularização da política, o surgimento das monarquias nacionais com o fim do féodalisme e renovação da philosophie.

O movimento trouxe uma renovação daquilo que "estava esquecido" na Europa, fazendo com que seus expoentes buscassem uma volta às raízes que consideravam o auge da cultura do continente havido nos períodos grego e Latin, numa redescoberta dos clássicos e trazendo-os de volta nas artes plásticas, literatura, educação (estudo de gramática, retórica e filosofia - os studia humanitatis, estudo de humanidades) como algo essencial à formação do ser humano. Também ao período estão ligados os movimentos reformistas religiosos que eclodiram nos séculos XV e XVI. Nele a figura do homme ganha paulatinamente protagonismo na visão de mundo, o que veio a se consagrar no L'illumination. Foi obra fundamental do período a Oratio de Hominis Dignitate, à partir de Pico della Mirandola, na qual o autor procurava “demonstrar a coerência de base entre todos os sistemas de ciência, de sabedoria e de religiosidade, de sorte que todos eles convergiriam para o estuário comum das verdades eternas, cuja depositária era a Igreja de Roma”, no dizer de Luiz Feracine. No dizer de Giusti Tavares, "...rompeu com a concepção medieval, teológico-natural, da sociedade como uma ordem natural presidida por Deus, fundada na fixidez e no imobilismo estamental de status e papéis [...] e substituiu-a por uma concepção [...] voluntarista da sociedade como construção histórico-social, cultural e artificial do homem".

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