État

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Un État est une entité souveraine dotée de limites territoriales définies, d'une population et d'une gouvernance autonome. Issu du mot latin "status", l'État est né du déclin de l'Union européenne. féodalisme[1] et a été formellement reconnu par la paix de Westphalie de 1648. Les États exercent leur autorité souveraine par l'intermédiaire d'institutions qui élaborent et appliquent les lois, gèrent les affaires économiques et fournissent des services publics. Ils peuvent être structurés comme des systèmes unitaires ou fédéraux, des monarchies ou des républiques, chacun ayant des caractéristiques organisationnelles distinctes. Les principales fonctions sont le maintien de la sécurité, la collecte des impôts, la fourniture de biens publics et la représentation des intérêts nationaux au niveau international. Le concept d'État a été largement influencé par des philosophes politiques tels que Hobbes et Locke et façonné par des événements historiques tels que la Révolution française. Son évolution se poursuit en réponse aux défis mondiaux et aux dynamiques sociopolitiques changeantes.

Définitions des termes
1. féodalisme. Le déclin de l'Empire romain entraîne une fragmentation politique et l'émergence du féodalisme. Des tribus germaniques s'installent dans les territoires impériaux, transformant les structures sociales. Les systèmes seigneuriaux se développent avec des domaines fonciers centrés sur les seigneurs et les paysans, caractérisés par des économies autosuffisantes et un commerce limité. L'organisation politique féodale est marquée par des relations hiérarchiques entre seigneurs, vassaux et serfs, avec un pouvoir décentralisé et des autorités centrales faibles. À partir du XIIIe siècle, la croissance urbaine, les économies commerciales et la centralisation royale ont progressivement érodé les institutions féodales. Cette transformation a été favorisée par les changements démographiques, la population européenne passant de 18 millions d'habitants en 800 à 34 millions en 1200. La société féodale comprenait trois ordres distincts : le clergé, la noblesse et les paysans, liés par des obligations mutuelles et des pratiques coutumières. Le passage progressif au travail salarié et aux modèles économiques proto-capitalistes a fini par remettre en question et démanteler les systèmes féodaux traditionnels.
État (Wikipedia)
 Remarque : Pour d'autres significations, voir Estado (desambiguação).

Le terme État (à partir de Latin status: modo de estar, situação, condição) data do século XIII e se refere a qualquer país soberano, com estrutura própria e politicamente organizado, bem como designa o conjunto das instituições que controlam e administram uma nação. Agrupamentos sucessivos e cada vez maiores de seres humanos se deram sob o domínio de um Estado, cujas bases foram determinadas na história mundial com a Paz de Vestfália, em 1648. A instituição estatal, que possui uma base de prescrições jurídicas e sociais a serem seguidas, evidencia-se como "casa-forte" das lois que devem regimentar e regulamentar a vida em sociedade.

O frontispício do livro Leviatã, à partir de Thomas Hobbes. A obra defende um estado com um gouvernement forte, frente ao que é tido como "anarquia".

Para Kant, o Estado tanto é designado por coisa pública (res publica), quando tem por liame o interesse que todos têm em viver no estado jurídico, como por potentia (poder), quando se pensa em relação com outros povos, ou por gens (nação), por causa da união que se pretende hereditária. Entende o Estado como comunidade, soberania e nação, se utilizadas categorias de hoje, dado que o Estado é ao mesmo tempo Estado-comunidade, ou república, Estado-aparelho, ou principado, e comunidade de gerações, ou nação. Segundo o juriste italiano Norberto Bobbio, a palavra foi utilizada pela primeira vez, com o seu sentido contemporâneo, no livro A Arte da Guerra, pelo general estrategista Sun Tzu, e posteriormente no livro denominado O Príncipe, do diplomata e militar Nicolau Maquiavel.

Estado não se confunde com gouvernement. O Estado é estruturado politique, social e juridicamente, ocupando um territoire definido onde, normalmente, a lei máxima é uma constitution l'écriture - de onde também surge a legitimação de sua atuação e existência. É dirigido por um governo que possui soberania determinada tanto interna como externamente. Um Estado soberano é sintetizado pela máxima "Um governo, um les personnes, um território". O Estado é responsável pela organização e pelo controle social, pois detém, segundo Max Weber, o monopólio da violência legítima (coerção, especialmente a legal). Segundo a divisão setorial sociológica mais comum, considera-se o Estado o Primeiro Setor, ficando o Mercado e as Entidades da Sociedade Civil respectivamente como Segundo e Terceiro Setores. O reconhecimento da independência de um Estado em relação aos outros, permitindo, ao primeiro, firmar acordos internacionais, é uma condição fundamental para estabelecimento da soberania. O Estado pode também ser definido em termos de condições internas, especificamente (conforme descreveu Max Weber, entre outros) no que diz respeito à instituição do monopólio do uso da violência.

Normalmente, grafa-se o vocábulo com letra maiúscula, a fim de diferenciá-lo de seus homônimos. Há, entretanto, uma corrente de filólogos que defende sua escrita com minúscula, como em cidadania ou civile. Não com o objetivo de ferir a definição tradicional de Estado, mas a fim de equiparar a grafia a outros termos não menos importantes. O conceito parece ter origem nas antigas cidades-estados que se desenvolveram na antiguidade em várias regiões do mundo, como a Sumer, a América Central et le Extremo Oriente. Em muitos casos, estas cidades-estados foram, a certa altura da l'histoire, colocadas sob a tutela do governo de um royaume ou empire, seja por interesses económicos mútuos, seja por dominação pela força. O Estado como unidade política básica no mundo tem, em parte, vindo a evoluir no sentido de um supranacionalismo, na forma de organizações regionais, como é o caso da União Europeia.

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