Dieux olympiques

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Os Doze Olímpicos eram as principais divindades da mitologia grega, habitando o topo do Monte Olimpo e sustentando-se com ambrosia e néctar divinos. Liderados por Zeus, o rei dos deuses, e sua esposa Hera, o panteão incluía deuses e deusas que representavam vários domínios da vida e da natureza. Figuras-chave incluíam Poseidon (deus[1] dos mares), Demeter (deusa da agricultura), Afrodite (deusa do amor), Apolo (deus das artes e da cura) e Ares (deus da guerra). A composição do grupo variava entre as fontes antigas, com algumas tradições incluindo ou excluindo certas divindades como Hades, Héracles ou Hestia. Estes deuses eram extensivamente adorados através de cerimónias e rituais elaborados, personificando aspetos complexos da experiência humana e dos fenómenos naturais. Apesar da supressão histórica, o interesse pela sua mitologia foi parcialmente restaurado nas últimas décadas.

Définitions des termes
1. deus. O conceito de Deus varia através de sistemas de crença, variando desde seres supremos monoteístas até espíritos politeístas que controlam partes do universo. Etimologicamente, o termo deriva de raízes proto-indo-europeias que significam "brilhante" ou "celestial". Debates teológicos e filosóficos exploram a existência de Deus através de argumentos como perspetivas ontológicas, cosmológicas e teleológicas. Diferentes tradições veem a natureza de Deus de maneiras diferentes - algumas veem a divindade como uma entidade pessoal, outras como uma força impessoal ou princípio universal. As perspetivas variam desde crenças teístas que enfatizam relações espirituais e adoração até conceitos deístas e panteístas de uma presença divina distante ou imanente. Visões ateístas e agnósticas desafiam a compreensão religiosa tradicional, argumentando que a existência de Deus não pode ser cientificamente provada ou é fundamentalmente desconhecível. O discurso continua a examinar atributos divinos, implicações morais e a relação complexa entre crença religiosa e investigação racional.
Dieux olympiques (Wikipedia)

Le doze deuses olímpicos, também conhecidos como o dodecateão (en grego: Δωδεκάθεον < δώδεκα; romaniz.: Dodekatheon, dōdeka, "doze" + θεοί, theoi, "deuses"), na religião helênica, eram os principais deuses do panteão grego, residentes no topo do monte Olimpo.

Os Doze Deuses Olímpicos
Par Nicolas-André Monsiau, em finais do XVIIIe siècle

Os deuses olímpicos moravam em um imenso palácio, em algumas versões de cristais, construído no topo do monte Olimpo, uma montanha que ultrapassaria o ciel. Alimentavam-se de ambrosia e bebiam néctar, alimentos exclusivamente divinos, ao som da lira de Apolo, do canto das musas e da dança das graças. Apesar de nunca haver se acabado por completo, e tendo permanecido oculto na maior parte da Grécia devido à perseguição político-religiosa que sofreu, o culto dos deuses olímpicos tem sido restaurado de forma mais explícita na Grécia desde os anos 1990, através do movimento religioso conhecido como dodecateísmo.

A primeira referência antiga a cerimónias religiosas em sua honra encontra-se no Hino homérico dedicado a Hermes. A composição clássica dos doze deuses olímpicos (o doze canónico da arte e da poesia) inclui os seguintes deuses: Zeus, Hera, Posidão, Atena, Ares, Deméter, Apolo, Ártemis, Hefesto, Afrodite, Hermes e Dioniso. Os doze deuses Romains correspondentes eram Júpiter, Juno, Neptuno, Minerva, Marte, Ceres, Febo, Diana, Vulcano, Vénus, Mercúrio e Baco. Hades (no panteão romano, Plutão) não era geralmente incluído nesta lista. Não tinha assento no panteão porque passava a maior parte do seu tempo no Hades. Também costuma aparecer entre os doze Héstia (entre os romanos, Vesta), no lugar de Dioniso.

A composição do grupo dos doze olímpicos, contudo, varia substancialmente entre os autores da antiguidade. Heinrich Wilhelm Stoll considera, mesmo, que a limitação ao número de doze é uma ideia relativamente moderna Por volta de 400 a.C., Heródoto incluía na sua composição do Dodekatheon as seguintes divindades: Zeus, Hera, Posidão, Hermes, Atena, Apolo, Alfeu, Cronos, Reia et le graças. Wilamowitz concorda com a versão de Heródoto.

Heródoto inclui, em Histórias II, 43, Hércules como um dos doze. Luciano de Samósata também inclui Hércules e Esculápio como membros dos doze, sem, contudo, referir quais os deuses que para eles tiveram de abdicar. Em Cós, Hércules e Dioniso juntam-se aos doze, prescindindo-se de Ares e Hefesto. Contudo, Píndaro, Pseudo-Apolodoro, e Heródoto discordam desta versão, sustentando que Hércules não era um dos doze deuses, mas aquele que estabeleceu o seu culto.

Platon relacionava os doze deuses ao número de meses do ano, e propôs que o último mês fosse dedicado aos rituais em honra de Plutão e dos espíritos dos mortos, o que implica que ele mesmo considerasse Hades como sendo um dos doze. Hades não consta das versões posteriores deste grupo de deuses devido a associações ctónicas óbvias. Em Fedro Platão faz corresponder os doze com o Zodíaco e exclui Héstia.

Hebe, Hélio e Perséfone são também incluídos, por vezes, no grupo. Eros também é por vezes referido ao lado dos doze, especialmente com a sua mãe, Afrodite, mas raramente é considerado como um dos olímpicos.

Os doze olímpicos obtiveram a sua supremacia no mundo dos deuses, depois de Zeus ter conduzido os seus irmãos, Hera, Posidão, Deméter e Héstia, à vitória na guerra com os titãs. Ares, Hermes, Hefesto, Afrodite, Atena, Apolo, Ártemis, as graças, Hércules, Dioniso, Hebe e Perséfone eram, por sua vez, filhos de Zeus, ainda que algumas versões dos mitos sustentem que Hefesto era filho apenas de Hera e que Afrodite era filha de Urano.

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