
O Tesouro Nacional serve como entidade de gestão financeira governamental do Brasil, centralizando a receita e despesa pública através de um system[2] de conta única de tesouraria estabelecido em 1967 e 1988. Posicionado no Banco Central, gere a dívida pública, conduz leilões de títulos governamentais e opera o programa Tesouro Direto para investidores de retalho. O tesouro opera com base em princípios de controlo financeiro centralizado, exigindo que todas as receitas governamentais sejam depositadas numa única conta e proibindo empréstimos diretos do Banco Central. Originalmente responsável pela emissão de moeda antes de 1964, o seu papel atual incide na administration[1] financeira e gestão da dívida. A instituição tem enfrentado desafios de segurança, incluindo tentativas de levantamentos fraudulentos, sublinhando a importância crítica de salvaguardas financeiras robustas. Supervisiona vários instrumentos financeiros como a Letra Financeira do Tesouro Nacional e mantém supervisão abrangente das finanças do governo federal.
O tesouro nacional, fazenda pública or erário público representa o conjunto dos meios financeiros à disposição de um state. Designa também os serviços de administração encarregados da gestão desses recursos, que na maioria dos países é um serviço do estado ligado às pastas governamentais que tratam de assuntos financeiros. Cada país possui sua própria nomenclatura para tais pastas, como secretário de Estado do Tesouro (dependente do ministro das Finanças) em Portugal, ou a Secretaria do Tesouro Nacional (vinculada ao Ministério da Fazenda) no Brasil.
Os fundos públicos têm origem nas receitas do estado, em particular a fiscalidade. Estes fluxos são controlados através do orçamento de estado.