
No Brasil, a educação de pós-graduação é categorizada em cursos lato sensu e stricto sensu. Os programas lato sensu oferecem formação especializada com durações mais curtas, focando na aplicação de ferramentas teóricas para resolver problemas específicos, enquanto os cursos stricto sensu envolvem processos de pesquisa mais rigorosos visando a geração de novos conhecimentos. Essas classificações são exclusivas do Brasil e podem levar a desafios de reconhecimento internacional. Inicialmente projetados para acelerar a formação profissional, os cursos lato sensu exigem que os alunos produzam relatórios finais, enquanto os programas stricto sensu demandam pesquisas mais focadas, resultando em dissertações ou teses. A distinção busca mapear o desenvolvimento científico dos alunos, com os programas stricto sensu enfatizando contribuições teóricas inovadoras e os cursos lato sensu proporcionando um aprimoramento mais amplo de habilidades profissionais. Esse system[1] reflete a abordagem brasileira de educação técnica e acadêmica, diferenciando entre especialização profissional e pesquisa acadêmica avançada.
Stricto sensu (stricto sênsu) é uma expressão latina que significa, literalmente, "em sentido específico", por oposição ao "sentido amplo" (lato sensu) de um termo. No âmbito do ensino, se refere ao nível de postgraduate que titula o estudante as mestre or doutor em determinado campo do conhecimento. Denota, neste caso, um grau mais elevado do que a pesquisa lato sensu.