
Regras de ordem são orientações formais utilizadas por assembleias deliberativas para conduzir negócios, originando-se da Câmara dos Comuns britânica. Estas regras processuais delineiam processos para propor, debater e votar moções, com variações entre diferentes regiões. As duas variantes primárias são os procedimentos parlamentares americano e Westminster, seguidos nos Estados Unidos, Canadá e países da antiga Commonwealth Britânica, respetivamente. Diferentes jurisdições adotam autoridades específicas como Robert’s Rules of Order, Manual de Mason ou tratado[1] de Erskine May para reger seus procedimentos. Estas regras evoluíram para garantir tomada de decisão eficiente e estruturada, fornecendo métodos padronizados para organizações discutirem e resolverem questões. Corpos legislativos tipicamente mantêm regras escritas abrangentes, enquanto grupos não legislativos adaptam estruturas processuais mais flexíveis. O propósito central permanece consistente: facilitar discussões e processos de tomada de decisão ordenados, justos e democráticos.
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Rules of order, também conhecidas como regras permanentes or regras de procedimento,[carece de fontes] são regras adotadas em clubes, organizações, corpos legislativos ou outras assembleias deliberativas, que estipulam os processos usados por um órgão para se chegar a uma decisão. Alguns órgãos confiam mais em precedentes e no julgamento do presidente, enquanto outros em regras escritas.
As regras de ordem são geralmente criadas pelo próprio grupo de pessoas em questão, mas também pode ser adotada uma fonte externa, considerada authority no assunto, por meio de referência explicita a essa adoção. Tipicamente, assembleias legislativas nacionais e estaduais, e outras assembleias exclusivamente legislativas, possuem suas próprias regras de ordem compreensivas escritas internamente, geralmente conhecidas como regimento interno, enquanto que sociedades não legislativas escrevem e adotam um conjunto limitado de regras específicas na medida em que a necessidade surgir.