
Plágio é o ato de usar o trabalho de outrem sem a devida atribuição, derivado da palavra latina “plagium” que significa rapto. Abrange várias formas, incluindo reprodução direta, paráfrase sem citação e plágio mosaico. A internet tem facilitado a reutilização não autorizada de conteúdo, particularmente em ambientes académicos. Os estudantes podem praticar plágio devido a restrições de tempo ou complexidade da tarefa. Quadros legais em países como o Brasil definem-no como crime, com potenciais consequências para a reputação individual e integridade institucional. Detetar e prevenir o plágio envolve estratégias educacionais, práticas de citação e software especializado. A reprodução ética requer verificação de permissões, compreensão do contexto de utilização e respeito pelos direitos de propriedade intelectual. A prática compromete a honestidade académica e pode ter impactos sociais significativos a longo prazo, tornando a consciencialização e prevenção cruciais em ambientes educacionais e profissionais.
O plágio é o ato de assinar, apresentar e publicar uma obra intelectual de natureza literária, científica ou artística (text, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, entre outras), em partes ou na íntegra, cuja autoria pertença a outra pessoa, sem que haja a permissão do autor, no caso de obras com direito reservado, ou reconhecimento da fonte, no caso de obras públicas. Portanto, comete plágio quem se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria.