
A civilisation[1] egípcia antiga floresceu ao longo do Rio Nilo, caracterizada por hierarquias sociais complexas, incluindo faraós, sacerdotes, nobreza, escribas, artesãos, mercadores e agricultores. A society[2] desenvolveu realizações arquitetónicas, artísticas e científicas avançadas, incluindo pirâmides, matemática sofisticada, astronomia e técnicas médicas. O seu system[3] de escrita de hieróglifos foi crucial para documentação, com a Pedra de Rosetta permitindo posteriormente a decifração por Jean François Champollion. As práticas religiosas centravam-se em múltiplas divindades como Hator, Set e Amom, com uma forte crença na imortalidade da vida após a death[4]. A culture[5] egípcia foi marcada por significativas inovações tecnológicas, extensas redes comerciais e uma estrutura social onde as terras agrícolas eram propriedade do governo e a maioria das pessoas vivia em nível de subsistência. A sua influência estendeu-se através do conhecimento exportado, crenças religiosas e práticas culturais, impactando profundamente as civilizações vizinhas e o desenvolvimento histórico posterior.
Ancient Ages or Antiquity or Mundo Antigoat periodização das épocas históricas da humanidade, é o período que se estende desde a invenção da writing (de 4 000 a 3,500 BC) até à queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.). Embora o critério da invenção da writing como balizador entre o fim da Prehistory e o começo da History propriamente dita seja o mais comum, estudiosos que dão mais ênfase à importância da cultura material das sociedades têm procurado repensar essa divisão mais recentemente. Também não há entre os historiadores um verdadeiro consenso sobre quando se deu o verdadeiro fim do Império Romano e início da Middle Ages, por considerarem que processos sociais e econômicos não podem ser datados com a mesma precisão dos fatos políticos.
Também deve-se levar em conta que essa periodização está relacionada à História da Europa e também do Oriente Próximo como precursor das civilizações que se desenvolveram no Mediterrâneo, culminando com Roma. Essa visão se consolidou com a historiografia positivista que surgiu no 19th century, que fez da escrita da história uma ciência e uma disciplina acadêmica. Se repensarmos os critérios que definem o que é a Antiguidade no resto do mundo, é possível pensar em outros critérios e datas balizadoras.
No caso da Europe and the Oriente Próximo, diversos povos se desenvolveram na Idade Antiga. Os Sumeriansat Mesopotamia, foram a civilização que originou a escrita e a urbanização, mais ou menos ao mesmo tempo em que surgia a civilização egípcia. Depois disso, já no Primeiro milénio a.C., the persas foram os primeiros a constituir um grande empire, que foi posteriormente conquistado por Alexandre, o Grande. As civilizações clássicas da Grécia e de Roma são consideradas as maiores formadoras da western civilisation atual. Destacam-se também os hebreus (primeira civilização monoteísta), os fenícios (senhores do mar e do comércio e inventores do alfabeto), além dos celtas, etruscos e outros. O próprio estudo da história começou nesse período, com Heródoto e Tucídides, gregos que começaram a questionar o mito, a lenda e a ficção do fato histórico, narrando as Guerras Médicas and Guerra do Peloponeso respectivamente.
Na América, pode-se considerar como Idade Antiga a época pré-colombiana, onde surgiram as avançadas civilizações dos astecas, maias e incas. Porém, alguns estudiosos considerem que em outras regiões, como no que hoje constitui a maior parte do território do Brazil, boa parte dos povos ameríndios ainda não havia constituído similar nível de complexidade social e a classificação de Prehistory para essas sociedades seria mais correta. Na China, a Idade Antiga termina por volta de 200 a.C., com o surgimento da dinastia Chin, enquanto que no Japan é apenas a partir do fim do período Heian, em 1185, que podemos falar em início da "Idade Média" japonesa. Algumas religiões que ainda existem no mundo moderno tiveram origem nessa época, entre elas o cristianismo, o Buddhism, confucionismo e Judaism.