
Uma explosão é uma libertação rápida de energia caracterizada pela rutura súbita de ligações moleculares e propagação de uma onda explosiva. Derivado do Latin[1], o termo “explosão” significa “expelir ruidosamente”. As explosões envolvem mecanismos complexos onde estímulos externos aumentam a energia cinética, desencadeando reações em cadeia. Os efeitos são categorizados em impactos fisiológicos, térmicos e mecânicos, afetando sistemas corporais humanos e materiais. Dois tipos primários de explosões existem: deflagração (velocidade da onda em metros por segundo) e detonação (velocidade da onda em quilómetros por segundo), distinguidos pelos seus mecanismos de propagação de onda. O Efeito Munroe-Newmann demonstra como a configuração geométrica pode focar ondas de choque direcionalmente. Fatores como energia cinética inicial e estrutura molecular influenciam o processo explosivo, determinando a intensidade e características da libertação de energia.
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A explosion é um processo caracterizado por súbito aumento de volume e grande liberação de energia, geralmente acompanhado por altas temperaturas, produção de gases e forte estrondo. Uma explosão provoca ondas de pressão ao redor do local onde ocorre. Explosões são classificadas de acordo com essas ondas: em caso de ondas subsônicas, tem-se uma deflagração, em caso de ondas supersônicas (ondas de choque), tem-se uma detonação.
Os explosivos artificiais mais comuns são os explosivos químicos, que se decompõem através de violentas reações de oxidação e produzem grandes quantidades de gás e calor.