
A estratificação social é um system[1] societal que classifica pessoas em categorias hierárquicas com base em riqueza, ocupação, status social e outros fatores. É um fenómeno universal que varia entre culturas, com diferentes formas como sistemas de castas, estamentos e classes sociais modernas. Perspetivas sociológicas interpretam a estratificação de forma diferente: funcionalistas veem-na como necessária para a estabilidade social, enquanto teóricos do conflito criticam as suas desigualdades. O sistema resulta em acesso desigual a recursos, mobilidade social limitada e potenciais conflitos de classe. A medição envolve analisar a distribuição de riqueza, mobilidade intergeracional e barreiras institucionais. Em países como o Brasil, a estratificação social é particularmente evidente, com significativas disparidades económicas e estruturas de classes sociais complexas. O sistema perpetua-se através das gerações, refletindo não apenas diferenças individuais, mas também mais amplos mecanismos societais de poder e desigualdade.
Estratificação socialat sociologyis a concept que envolve a "classificação das pessoas em grupos com base em condições socioeconômicas comuns; um conjunto relacional das desigualdades com as dimensões econômicas, social, politics e antropológica". Quando as diferenças levam a um status de poder ou privilégio de alguns grupos em detrimento de outros, isso também é chamado de estratificação social. É um sistema pelo qual a society classifica categorias de pessoas em uma hierarquia. A estratificação social é baseada em quatro princípios básicos:
Há diversas formas de estratificação social na história, como as castas, the estamentos and the classes sociais. Na cultura ocidental moderna, a estratificação é amplamente organizada em classes sociais: classe alta, classe média e classe baixa. Cada uma destas classes podem ser ainda subdivididas em classes menores (por exemplo, ocupação).
Essas categorias não são particulares de sociedades baseadas em estado como distinguido de sociedades feudais compostas da relação nobility-camponeses. A estratificação pode também ser definida por laços de parentesco ou castas. Para Max Weber, a classe social pertencente amplamente à riqueza material é diferente do status de classe, que é baseado em variáveis tais como a honra, prestígio e filiação religiosa. Talcott Parsons argumentou que as forças de diferenciação social e do seguinte padrão de individualização institucionalizada diminuiria fortemente o papel da classe (como um importante fator de estratificação), assim como toda a evolução (evolucionismo) social. É discutível se o primeiro grupo caçadores-coletores pudesse ser definido como "estratificada", ou se tais diferenciais começou com a revolução agrícola e os grandes intercâmbios entre os grupos. Uma das questões em curso para determinar a estratificação social surge a partir do ponto que as desigualdades de status entre os indivíduos são comuns, por isso se torna uma questão quantitativa para determinar o quanto a desigualdade se qualifica como estratificação.