
Uma estela é uma laje de pedra ou madeira vertical com relevos esculpidos ou inscrições, servindo a várias funções, incluindo funerárias, religiosas, políticas e comemorativas. Encontradas em diversas civilizações antigas, as estelas fornecem insights históricos cruciais. A civilisation[1] Maia utilizou extensivamente estelas, com locais como Copán e Tikal contendo inúmeros exemplos, frequentemente marcando períodos significativos de 20 anos. A maior estela Maia conhecida, localizada em Quirigua, tem 11 metros de altura e data de 771 EC. Em regiões como Ibéria e Egito, as estelas contêm inscrições que oferecem vislumbres de culturas passadas, com estelas funerárias especificamente projetadas para manter a presença do falecido durante cerimônias sagradas. Académicos continuam a estudar estes artefactos arqueológicos, decifrar as suas inscrições e analisar a sua iconografia para compreender as crenças, práticas e estruturas sociais das sociedades antigas.
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Estela provém do termo grego "stela", que significa "pedra erguida" ou "alçada". A palavra entrou no uso comum da arquitetura and archaeology para designar objetos em uma única pedra, ou seja, estruturas monolíticas, nos quais eram efetuadas esculturas in relevo ou textos. A sua função essencial era transmitir um determinado significado simbólico, fosse esse funerário, mágico-religioso, territorial, político ou propagandístico, entre outros.
Estelas de madeira eram usadas como revestimentos ou “falsas portas” para câmaras mortuárias, feitas a partir de troncos de palmeira e de acácia. Logo caíram em desuso, pois essas árvores não possuem troncos largos e, por isso, não fornecem quantidade de madeira suficiente para grandes construções.