
O text[2] explora o conceito de um “crime perfeito” através de várias referências e fontes académicas. Abrange obras científicas sobre murder[1], investigação criminal e ciência forense, incluindo livros sobre mortes suspeitas e processamento de cenas de crime. As referências abrangem publicações académicas e recursos externos, destacando diferentes perspetivas sobre investigações criminais. Os tópicos principais incluem assassinato, crimes não resolvidos, evidências forenses e abordagens metodológicas para compreender atividades criminosas. As fontes variam de estudos de crimes regionais específicos como “Assassinato na Baía” até textos investigativos mais abrangentes como “Postmortem” e “Processamento e Investigação Prática de Cenas de Crime”. O material sugere uma abordagem multidisciplinar para compreender o comportamento criminal, técnicas forenses e as complexidades de investigar e resolver crimes graves.
One crime perfeito is a crime cometido com tal planejamento e habilidade que nenhuma evidência é deixada e o culpado não pode ser encontrado. O termo também pode se referir ao crime não detectado depois de cometido ou, ainda, quando não deixa suspeitas que justifiquem uma investigação.
No uso tradicional, o termo não inclui crimes meramente não resolvidos. Muitos crimes permanecem insolúveis devido à falta de recursos policiais ou à incompetência do investigador. No famoso caso de Jack, o Estripador, muitas evidências foram deixadas embora o crime tenha ficado sem solução. Muitos crimilogistas e outros que estudam investigação criminal (incluindo romancistas) afirmam que um crime perfeito não fica insolúvel por causa da polícia, mas pela habilidade do criminoso.