
O crime ambiental engloba atividades ilegais que prejudicam o ambiente, incluindo tráfico de vida selvagem, desflorestamento e poluição. Estas infrações representam ameaças significativas ao desenvolvimento sustentável, biodiversidade e segurança global. Estimativas recentes sugerem que os crimes ambientais valem biliões de dólares anualmente, com um aumento de 26% nos anos recentes. A União Europeia desenvolveu quadros legais como a Diretiva 2008/99/CE para combater estas questões, com organizações internacionais como a Interpol desempenhando papéis cruciais na aplicação da law[1]. Os desafios incluem detetar infrações ambientais complexas e abordar os seus motivos subjacentes. As estratégias de sucesso envolvem fortalecer a cooperação internacional, promover a educação ambiental e integrar tecnologias avançadas para monitorização e prevenção. A interconexão entre o crime ambiental e redes criminosas organizadas destaca a necessidade de abordagens abrangentes e colaborativas para proteger recursos naturais e a integridade dos ecossistemas.
One crime ambiental or crime de lesa-natureza is a ato ilegal que prejudica diretamente o environment. Tais atividades ilegais envolvem o meio ambiente, a vida selvagem, a biodiversidade e os recursos naturais. Órgãos internacionais como G8, Interpol, European Union, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Instituto Inter-regional de Pesquisa sobre Crime e Justiça das Nações Unidas reconheceram os seguintes crimes ambientais:
Os crimes ambientais compõe quase um terço dos crimes cometidos por organizações como corporações, parcerias, sindicatos, trusts, fundos de pensão e organizações sem fins lucrativos. É a quarta maior atividade criminosa do mundo e está aumentando de cinco a sete por cento a cada ano. Esses crimes são passíveis de acusação. A Interpol facilita a cooperação policial internacional e auxilia seus países membros na aplicação efetiva das leis e tratados ambientais nacionais e internacionais. A Interpol começou a combater o crime ambiental em 1992.