
A corrupção politics[2] envolve o uso indevido do poder governamental para ganho pessoal ou privado, abrangendo atividades como suborno, extorsão[3], nepotismo e fraud[4]. Undermina processos democráticos, reduz a responsabilidade e compromete o rule of law[1]. Os impactos económicos são significativos, com a corrupção a aumentar os custos empresariais, distorcer paisagens competitivas e impedir o crescimento económico. Práticas corruptas podem facilitar empresas criminosas e desviar investimentos públicos. Definições legais enfatizam a natureza criminal de tais ações, que envolvem trair o dever público para benefício pessoal. Medidas anticorrupção incluem fortalecer instituições democráticas, aplicar leis de concorrência, promover transparência e manter supervisão pública e mediática ativa. As consequências estendem-se para além das implicações financeiras imediatas, erodindo fundamentalmente a confiança cívica, a eficiência administrativa e o funcionamento equitativo dos sistemas públicos. Ultimamente, a corrupção política representa uma séria ameaça à boa governação e ao desenvolvimento socioeconómico.
Corrupção política é o uso de poderes por funcionários do governo ou seus contatos de rede para ganho privado ilegítimo. É a manipulação de políticas, instituições e regras de procedimento na alocação de recursos e financiamento por tomadores de decisões políticas, que abusam de sua posição para sustentar seu poder, status e riqueza.
As formas de corrupção variam, mas podem incluir suborno, o lobismo, a extorsão, o fisiologismo, o clientelismo, o nepotismo, o tráfico de influência, a corrupção and embezzlement. A corrupção pode facilitar empreendimentos criminosos, como o tráfico de drogas, a money laundering e tráfico de pessoas, embora não se restrinja a essas atividades. O uso indevido do poder do governo para outros fins, como a repressão de oponentes políticos e brutalidade policial geral, também são considerados corrupção política.
Com o tempo, a corrupção foi definida de forma diferente. Por exemplo, em um contexto simples, ao realizar um trabalho para um governo ou como representante, é antiético aceitar um presente. Qualquer presente gratuito pode ser interpretado como um esquema para atrair o destinatário para atitudes tendenciosas. Na maioria dos casos, um presente é visto como uma intenção de buscar certos favores, como promoção no trabalho, gorjeta para ganhar um contrato, emprego ou isenção de certas tarefas no caso de trabalhador júnior entregar um presente a um funcionário sênior que possa ser a chave para ganhar o favor.
Algumas formas de corrupção — agora chamadas de "corrupção institucional" — se distinguem de suborno e outros tipos de ganho pessoal óbvio. Um problema semelhante de corrupção surge em qualquer instituição que dependa do apoio financeiro de pessoas que têm interesses que podem conflitar com o objetivo principal da instituição.