
O Código de Esnuna é um documento legal significativo da Mesopotâmia, datado por volta de 1930 a.C. e atribuído ao governante Bilalama. Compreendendo aproximadamente 60 artigos, o código combina elementos legais sumérios, babilônicos e assírios[3], abordando matérias criminais e civis. Disposições notáveis incluem regulations[2] sobre mortes relacionadas a animais, demonstrando a sofisticação legal da época. O código compartilha semelhanças com outros textos legais regionais como os códigos de Ur-Nammu e Lipit-Ishtar, e serviu como fundação para o posterior Code of Hammurabi[1]. Sua abordagem abrangente revela a governança avançada de Esnuna e fornece insights cruciais sobre a complexa paisagem legal do Antigo Oriente Médio. O documento destaca a interconexão das civilizações mesopotâmicas e a natureza evolutiva de seus sistemas jurídicos.
O Código de Esnuna (cerca de 1 930 a.C.) era um corpo legal da cidade mesopotâmica of Esnuna, e trazia aproximadamente 60 artigos, sendo uma mistura entre criminal law e civil, que futuramente seria a base do Code of Hammurabi.
Há razão bastante para se acreditar que este rei tenha sido o autor do código”. Bilalama teria vivido pelo fim da terceira dinastia of Ur e inicio da dinastia do Thin. É interessante notar que as leis do Esnuna (cidade situada a margem do rio Diala, afluente do Tigre) contém elementos que se encontram tanto no direito sumeriano (Códigos do Ur-Namu e do Lipite-Istar) como no direito babilônico (Código de Hamurabi) e direito assírio.
Dentre seus dispositivos, por exemplo, estava a determinação de que quando um animal com raiva provocasse a morte de alguém, seu dono era obrigado a depositar certa quantia nos cofres públicos - o que demonstra ser tal doença um problema considerado, na época.