
A casuística é uma abordagem metodológica usada em vários campos, nomeadamente na investigação clínica e na ética teológica. Em contextos médicos, envolve relatórios de casos detalhados que contribuem para a compreensão de cenários clínicos únicos. Na teologia, serve como um processo de raciocínio moral[1] para resolver dilemas éticos, extraindo princípios de casos específicos e reaplicando-os a novas situações. O método enfrentou desafios significativos durante a controvérsia do probabilismo do século XVII, que dividiu teólogos católicos em campos rigoristas e laxistas sobre interpretações divergentes de padrões morais. Estes debates destacaram as complexidades da tomada de decisão moral e interromperam temporariamente o desenvolvimento do raciocínio casuístico. Para além do meio académico, a casuística também encontrou expressão em domínios não convencionais, como uma revista eletrónica de artes que explora expressões artísticas heterodoxas e desafia fronteiras tradicionais.
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Casuística refere-se ao raciocínio baseado em casos.