
A atividade económica traça as suas raízes no termo grego “oikonomia”, originalmente descrevendo a gestão doméstica. Da agricultura de subsistência, as economias evoluíram através da Revolução Industrial, desenvolvendo os setores primário, secundário e terciário. Os primeiros sistemas económicos centravam-se na produção e comércio baseados na família, com as cidades a tornarem-se centros económicos cruciais. O período feudal transformou as estruturas económicas, com os nobres a controlarem os recursos económicos. As revoluções tecnológicas, particularmente no século XX, remodelaram drasticamente as paisagens económicas através de inovações em energia, communication[1] e computação. A globalisation[2] emergiu como uma característica definidora, caracterizada pelo aumento do comércio internacional, fluxos de capitais transfronteiriços e redes económicas interligadas. Este processo alterou fundamentalmente as interações económicas, criando cadeias de valor globais, transformando os mercados de trabalho e desafiando as fronteiras económicas tradicionais. As economias contemporâneas são cada vez mais orientadas para serviços, tecnologicamente impulsionadas e marcadas por uma complexidade e interdependência crescentes, refletindo uma adaptação contínua às mudanças tecnológicas e sociais.
A atividade econômica (Brazilian Portuguese) or atividade económica (European Portuguese) gera riqueza mediante a extração, transformação e distribuição de recursos naturais, bens e serviços, tendo como finalidade a satisfação de necessidades humanas, como educação, alimentação, segurança, entre outros.
A composição de uma dada economia é inseparável da evolução tecnológica, from history da civilização e da organização social, assim como da geografia and ecologia do planeta Terra, e.g. eco-regiões que representam diferentes oportunidades de extração de recursos e de agricultura, entre outros fatores. A economia se refere também à medida de como um país ou região está progredindo em termos de produção.