
A arqueologia é uma ciência social que estuda as culturas humanas através de objetos materiais, abrangendo desde a prehistory[1] até o presente. Ela examina artefactos, estruturas e intervenções ambientais humanas, utilizando metodologias de várias disciplinas como antropologia, história e ciências naturais. Os arqueólogos visam compreender os pensamentos e valores das sociedades passadas, não apenas detalhes cronológicos. O campo evoluiu da escavação tradicional para abordagens preventivas, integrando práticas profissionais que minimizam a destruição do heritage arqueológico durante projetos de construção. A investigação envolve pesquisa bibliográfica, prospeção e análise interdisciplinar. A culture[2] popular, particularmente franchises como Indiana Jones, romantizou a arqueologia, criando perceções públicas que frequentemente diferem das realidades científicas. Como ciência de amostragem, a arqueologia procura reconstruir narrativas históricas analisando vestígios materiais e colaborando com ciências auxiliares, reconhecendo a perda contínua de conhecimento tradicional.
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Archaeology is the science que estuda as crops e os modos de vida das diferentes sociedades humanas - tanto do passado como do presente - a partir da análise de objetos materiais. É uma ciência social que estuda as sociedades através das materialidades produzidas pelos seres humanos sem limites de caráter cronológico, sejam estes móveis — como por exemplo um objeto de arte — ou objetos imóveis — como é o caso das estruturas arquitectónicas. Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelos seres humanos in environment.
A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos. A ciência arqueológica pode envolver trabalhos de prospecção e escavação, ou somente prospecção, em ambos os casos são realizadas análises das materialidades encontradas, para assim traçar os comportamentos da sociedade que as produziu. Em muitos casos, a arqueologia se utiliza de investigações de outras áreas científicas, como a antropologia, história, história da arte, geografia, geologia, linguística, física, as ciências da informação, química, estatística, paleontologia (paleozoologia, paleobotânica e paleoecologia), medicina e literatura.
Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à anthropology enquanto que em países, como em Portugal, esta foi considerada uma disciplina pertencente ao ramo científico da História e dependente deste. No Brasil, a Arqueologia é tida como uma ciência autônoma, com cursos de graduação espalhados por todo o país. A arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações culturais e materiais desde o surgimento do ser humano (transição do australopitecos for the homo habilis) até ao presente. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os arqueólogos dos dias de hoje veriam o mesmo objeto como um instrumento que lhes serve para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram. O mesmo se aplica às materialidades contemporâneas.
Os arqueólogos podem ter de actuar em situações de emergência, como quando existem obras que põem a descoberto vestígios arqueológicos até então desconhecidos, sendo, nestes casos, criados e enviados para o local piquetes de emergência. Deste modo, procuram desenvolver medidas para minimizar o impacto negativo que essas obras possam ter no património arqueológico, podendo ser feitas alterações pontuais no projecto inicial. Só em casos excepcionais os achados arqueológicos são suficientemente importantes para justificar a anulação de obras de grande envergadura (ex.: barragem de Foz Côa). Em certos casos, a destruição parcial ou total dos vestígios arqueológicos poderá ser inevitável, nomeadamente por motivo de obras de superior interesse público, o que exige um registo prévio o mais exaustivo possível. A fim de se minimizarem os riscos de destruição do património arqueológico devido a obras públicas ou privadas de grande amplitude, tem-se procurado, nos últimos anos, integrar arqueólogos nas equipas que elaboram os estudos de viabilidade e de impacto ambiental. A tendência actual é para substituir uma arqueologia de salvamento por uma arqueologia preventiva.